De volta com a nossa série de posts, retomamos no ano de 1969. Naquele ano, era a estreia do jato Concorde, o avião de passageiros mais rápido do mundo. Em sintonia com a era supersônica, a Breitling desenvolve, juntamente com a Büren e a Heuer-Leonidas, um cronógrafo com movimento de corda automático – um avanço técnico de grande relevo para a indústria de relojoaria suíça.
Mas na década seguinte, no ano de 1979, Willy Breitling vende a marca a Ernest Schneider – um fabricante de relógios, piloto e especialista em microelectrónica. Então pela primeira vez o nome Breitling não era mais gerido pelos herdeiros. Com isso muitas mudanças viriam e tudo que se aprendeu sobre a paixão da marca dos aviadores, estava agora sendo continuado de forma ainda mais moderna por um piloto!
Já no ano de 1984, a Breitling se junta à Força Aérea Italiana para juntos desenvolverem o cronógrafo mecânico “Chronomat” que se torna um dos modelos mais populares de sempre. Um dos mais belos relógios do mundo, o “Chronomat” é um relógio que tem um caixa imponente e uma régua de cálculo muito semelhante à utilizada nos famosos Computadores de Régua da Jeppesen. E para provar que a modernidade estava apenas começando, no ano de 1985, a Breitling apresenta mais um relógio que foi campeão de vendas, o “Aerospace”, que é construído em titânio, e tinha como grande novidade um cronógrafo eletrônico multifuncional.
No próximo post falaremos da década de 90 e os dias atuais!
Até lá!

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